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ღCasa da Colinaღ
Amor a natureza, a paz, a familia e aos verdadeiros amigos...
E a tudo que possa nos proporcionar luz, prazer, conhecimento, saude e bem estar!

Bicho-Preguiça


O bicho-preguiça, cujo nome científico é Bradypus variegatus, tem como estratégia de sobrevivência os movimentos lentos e silenciosos e a pelagem que se confunde com as árvores, desviando a atenção dos predadores naturais.

Natural da Mata Atlântica e da Amazônia, o bicho-preguiça pode ser encontrado também em outros países da América do Sul e da América Central. Embora ainda não seja considerado um animal em extinção, já está desaparecendo de diversas regiões onde era comum - como no Nordeste brasileiro.

Entre as espécies ameaçadas estão o bicho-preguiça comum e o de coleira, encontrados no Sul da Bahia. O desmatamento é a principal causa do desaparecimento dessas duas espécies, que passam quase todo o tempo de seus 50 anos de vida (em média) em cima das árvores, onde se alimentam de 22 espécies diferentes de vegetação da Mata Atlântica e dormem cerca de 14 horas diárias. Vítimas também das queimadas, as preguiças costumam fugir para áreas próximas às cidades, tornando-se uma presa fácil para caçadores ilegais.

Animais de hábitos solitários, os machos e as fêmeas só se encontram para acasalar. A gestação dura de seis a oito meses, nascendo apenas um filhote, entre os meses de agosto e setembro. Quando adulto, um bicho preguiça pode pesar até cinco quilos e medir 59 centímetros da ponta do nariz a ponta da cauda. O filhote mama durante um mês, permanecendo com a mãe até os cinco meses, para aprender a se locomover e se alimentar sozinho. Atualmente, o homem é seu principal predador, já que os predadores naturais, aves de rapina e grandes felinos estão em extinção.


Fonte: Prefeitura de Petropolis 
Foto: Claudio Quevedo (Preguiça na Serra de Petropolis, no quintal da Casa da Colina)

O Ócio Criativo



São nove horas da manhã e você acabou de acordar, ainda de pijama, mas já está trabalhando.. 
Toma um gole de café, lê alguns e-mail's, da uma passadinha no facebook, posta no seu Blog preferido, coloca um CD, põe os pés para cima e as mãos atrás da cabeça e começa a organizar como será seu dia de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição perfeita  de um trabalhador moderno segundo a teoria do ócio criativo do sociólogo italiano Domenico de Masi.
De Masi, neste livro, afirma que vivemos em uma sociedade, que ele chama de pós-industrial, onde o homem é apenas mais um elemento produtivo, não há distribuição igualitária do poder, do saber e do trabalho e uma verdadeira obsessão consumista faz do homem um autômato sem tempo para desenvolver-se como um todo.
Ao constatar que  trabalhamos hoje, de forma tão primitiva como se fazia muito antes do surgimento da industria e de que nossas horas de lazer são mais uma compensação pelas horas trabalhadas do que verdadeiramente lazer, o sociólogo propõe a teoria do ócio criativo. 
Aqui, "ócio" não significa preguiça, sedentarismo ou alienação. 
Talvez a melhor analogia que possa ser dada para exemplificar, seja a do poeta deitado na rede, compondo mentalmente seus versos.
O ócio criativo significa, então, um exercício do sincretismo entre atividade, lazer e estudo, propondo ao homem que ele se desenvolva em todas as suas dimensões.
Domenico não prega a diminuição das horas trabalhadas, antes até um aumento, mas que a responsabilidade não seja tão estafante quanto a atividade de quebrar pedras. 
O que ele afirma é que deve haver uma fusão entre produção e prazer.  Se a necessidade é a mãe das invenções, o ócio é, então, o pai das idéias.
O grande entrave para a nova base econômica proposta por Domenico é que ela não mais se fundaria na cumulação de bens materiais, na obsessão pelo trabalho ou pela produção, o que significa interferir não só em grandes conglomerados e multinacionais, mas atingir diretamente a cultura de países e, mais especificamente, o modo de pensar de bilhões de indivíduos educados para se tornarem produtores-consumidores.
Longe de ser anacrônica, a teoria de Domenico já encontra adeptos em todo mundo. Inclusive nas grandes empresas há casos de empregados que desenvolvem suas atividades em casa ou mesmo possuem horários de trabalho totalmente flexíveis.
Mesmo àqueles para os quais a idéia do ócio criativo possa parecer intangível, a leitura ainda será proveitosa por se tratar de uma verdadeira aula de história da sociedade industrial. no facebook, posta no seu Blog preferido, coloca um CD, põe os pés para cima e as mãos atrás da cabeça e começa a organizar como serSão nove horas da manhã e você acabou de acordar, ainda de pijama, mas já está trabalhando.. 
Toma um gole de café, lê alguns e-mail's, da uma passadinha basica no facebook, posta no seu Blog preferido, coloca um CD, põe os pés para cima e as mãos atrás da cabeça e começa a organizar como será seu dia de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição perfeita  de um trabalhador moderno segundo a teoria do ócio criativo do sociólogo italiano Domenico de Masi.
De Masi, neste livro, afirma que vivemos em uma sociedade, que ele chama de pós-industrial, onde o homem é apenas mais um elemento produtivo, não há distribuição igualitária do poder, do saber e do trabalho e uma verdadeira obsessão consumista faz do homem um autômato sem tempo para desenvolver-se como um todo.
Ao constatar que  trabalhamos hoje, de forma tão primitiva como se fazia muito antes do surgimento da industria e de que nossas horas de lazer são mais uma compensação pelas horas trabalhadas do que verdadeiramente lazer, o sociólogo propõe a teoria do ócio criativo. 
Aqui, "ócio" não significa preguiça, sedentarismo ou alienação. 
Talvez a melhor analogia que possa ser dada para exemplificar, seja a do poeta deitado na rede, compondo mentalmente seus versos.
O ócio criativo significa, então, um exercício do sincretismo entre atividade, lazer e estudo, propondo ao homem que ele se desenvolva em todas as suas dimensões.
Domenico não prega a diminuição das horas trabalhadas, antes até um aumento, mas que a responsabilidade não seja tão estafante quanto a atividade de quebrar pedras. 
O que ele afirma é que deve haver uma fusão entre produção e prazer.  Se a necessidade é a mãe das invenções, o ócio é, então, o pai das idéias.
O grande entrave para a nova base econômica proposta por Domenico é que ela não mais se fundaria na cumulação de bens materiais, na obsessão pelo trabalho ou pela produção, o que significa interferir não só em grandes conglomerados e multinacionais, mas atingir diretamente a cultura de países e, mais especificamente, o modo de pensar de bilhões de indivíduos educados para se tornarem produtores-consumidores.
Longe de ser anacrônica, a teoria de Domenico já encontra adeptos em todo mundo. Inclusive nas grandes empresas há casos de empregados que desenvolvem suas atividades em casa ou mesmo possuem horários de trabalho totalmente flexíveis.
Mesmo àqueles para os quais a idéia do ócio criativo possa parecer intangível, a leitura ainda será proveitosa por se tratar de uma verdadeira aula de história da sociedade industrial. seu dia de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição perfeita  de um trabalhador moderno segundo a teoria do ócio criativo do sociólogo italiano Domenico de Masi.
De Masi, neste livro, afirma que vivemos em uma sociedade, que ele chama de pós-industrial, onde o homem é apenas mais um elemento produtivo, não há distribuição igualitária do poder, do saber e do trabalho e uma verdadeira obsessão consumista faz do homem um autômato sem tempo para desenvolver-se como um todo.
Ao constatar que  trabalhamos hoje, de forma tão primitiva como se fazia muito antes do surgimento da industria e de que nossas horas de lazer são mais uma compensação pelas horas trabalhadas do que verdadeiramente lazer, o sociólogo propõe a teoria do ócio criativo. 
Aqui, "ócio" não significa preguiça, sedentarismo ou alienação. 
Talvez a melhor analogia que possa ser dada para exemplificar, seja a do poeta deitado na rede, compondo mentalmente seus versos.
O ócio criativo significa, então, um exercício do sincretismo entre atividade, lazer e estudo, propondo ao homem que ele se desenvolva em todas as suas dimensões.
Domenico não prega a diminuição das horas trabalhadas, antes até um aumento, mas que a responsabilidade não seja tão estafante quanto a atividade de quebrar pedras. 
O que ele afirma é que deve haver uma fusão entre produção e prazer.  Se a necessidade é a mãe das invenções, o ócio é, então, o pai das idéias.
O grande entrave para a nova base econômica proposta por Domenico é que ela não mais se fundaria na cumulação de bens materiais, na obsessão pelo trabalho ou pela produção, o que significa interferir não só em grandes conglomerados e multinacionais, mas atingir diretamente a cultura de países e, mais especificamente, o modo de pensar de bilhões de indivíduos educados para se tornarem produtores-consumidores.
Longe de ser anacrônica, a teoria de Domenico já encontra adeptos em todo mundo. Inclusive nas grandes empresas há casos de empregados que desenvolvem suas atividades em casa ou mesmo possuem horários de trabalho totalmente flexíveis.

Mesmo àqueles para os quais a idéia do ócio criativo possa parecer intangível, a leitura ainda será proveitosa por se tratar de uma verdadeira aula de história da sociedade industrial.
Indicamos: O Ócio Criativo de Domenico de Masi

Azul da Cor do Ceu


Minha esperança é azul.
Embainhada por sonhos...Limpidos & Infinitos.
De um pôr-de-sol de Março...Que se desdobra qual manto franjado
Por sobre vales iluminados. Meu sentimento é azul...Pontilhado de cores e perfumes Que saltam por sobre a relva Em forma de flores mimosas, Como a borboleta airosa.


-Leila Conte
      

ღSer DuBemღ

                      
Querer o bem, fazer o bem...Ser do Bem!
   

Vale sempre considerar o valor de ser verdadeiramente do bem.

E vale também lembrar que; desejando o mal ou cultivando pensamentos negativos em relação aos outros, só acumula maldade e energia negativa interna; gerando células "DuMal" dentro de si e consequentemente, fazendo mal a si próprio. 

Tudo que pensamos, podera de alguma forma se tornar sentimentos, que podem atrair e gerar forças que  poderão atingir os outros e a nos mesmos; através da nossa mente. Uma quantidade considerável de pessoas , lamentavelmente algumas até bem próximas da gente; nao possuem controle de seus sentimentos, construindo e enviando assim; uma camada negra, pesada em direção aos outros, até mesmo em pensamentos.  Não temos o poder de curar essas pessoas e nem de convence-las  que pobreza de  espirito tambem se cuida, se cura. 

O que podemos fazer eh crescer dentro do possivel como ser humano, trabalhando arduamente em prol de nossa propria evolucao.
 provar que a mudanca eh possivel; atravéz de nossas proprias atitudes. E seguir alimentando a mente com o que acreditamos, cultivando o amor, a paz, a cultura e a educação.  Espalhando e querendo o bem a todos, com sinceridade...De coração.



-Leila Conte
       


Como nuvens pelo céu

                                                               Como nuvens pelo céu                                    
                                                               Passam por mim.
                                                               Nenhum dos sonhos é meu
                                                               Embora eu os sonhe assim.

                                                               São coisas no alto que são
                                                               Enquanto a vista as conhece,
                                                               Depois são sombras que vão
                                                               Pelo campo que arrefece.

                                                               Símbolos? Sonhos? Quem torna
                                                               Meu coração ao que foi?
                                                               Que dor de mim me transforma?
                                                               Que coisa inútil me dói?
                                                               Passam por mim.
                                                               Nenhum dos sonhos é meu
                                                               Embora eu os sonhe assim.

                                                               São coisas no alto que são
                                                               Enquanto a vista as conhece,
                                                               Depois são sombras que vão
                                                               Pelo campo que arrefece.

                                                               Símbolos? Sonhos? Quem torna
                                                               Meu coração ao que foi?
                                                               Que dor de mim me transforma?
                                                               Que coisa inútil me dói?


 -Fernando Pessoa

O Caminho



A hora da chegada tem sempre um grande valor. Mas o caminho; com todos os seus ajustes e muitas vezes obstáculos; nos mostra, que a trajetória é mais valiosa ainda. Vamos seguir em frente; carregando apenas o que somar; o que for nos alegrar…Caminhando pra desacelerar; despertando um lado oculto que precisa se revelar; pra depois então; a gente recomeçar...Na Paz da Serra.
.☮.

-Leila Conte
      ღ☮ღ

A Varanda

...Tem uma varanda com vista para as montanhas; de lá você pode tocar o céu.
Um banco que é só nosso. Um violão pra voce tocar...Tem a lenha da lareira a estalar e um bom vinho tinto na temperatura que voce gostar. Tem jantarzinho a luz de vela; strogonoff de frango caipira e arroz de cabidela; tudo isso pra te agradar. Tem tambem chá de hortelã, ou se preferir, de maracujá da Serra pra relaxar.

..☮♮♬♪..♮♬♪☮.

Leila Conte     
     ღ☮ღ

Mapa Fácil - Art: Carlos Paiva - Grafic Designer